📿 Joalheria africana é mais do que estética — é memória viva!
Recebo, às vezes, questionamentos como:
“Por que valorizar uma arte que lá fora muitos não respeitam ou até debocham?”
E aqui vai minha resposta com carinho e firmeza:
Nem toda arte africana está ligada ao culto religioso. A fundição de bronze na Nigéria, por exemplo, é uma tradição milenar com reconhecimento internacional — presente em museus como o British Museum, o Quai Branly e tantos outros.
É patrimônio da humanidade!
🎨 Na joalheria, técnicas como a cera perdida foram desenvolvidas por artesãos africanos muito antes da colonização — e ainda hoje são passadas de geração em geração em lugares como Osogbo.
Claro que há quem, inclusive lá, não valorize. Mas isso ocorre em todo o mundo. Quantos brasileiros desrespeitam o candomblé ou o samba, por exemplo?
Aqui, o meu trabalho com a ÒMÍ ÒLÁ é de RECONEXÃO.
Não é fetiche, nem folclore. É reverência e estudo.
É arte sagrada. É ancestralidade.
✨ Não confunda culto com cultura. E não generalize um povo.
Honremos quem mantém a chama acesa.
Axé ✨
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